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Inês de Castro, uma história intemporal

Inês de Castro, filha do nobre galego Pedro Fernandes de Castro e de uma dama portuguesa, Aldonça Soares de Valadares, foi a protagonista da mais célebre história de amor proibido em Portugal. O seu amor por D. Pedro, o príncipe herdeiro do trono de Portugal, foi a história verídica de um amor contrariado pelos supostos interesses da governação e estilhaçado por intrigas que levaram à execução de Inês. Mal subiu ao trono, D. Pedro vingou-se daqueles que considerava os principais responsáveis pela morte de Inês, ordenando a tortura até à morte daqueles a quem conseguiu deitar a mão: Álvaro Gonçalves e Pero Coelho.

De seguida, D. Pedro procurou legitimar a relação que teve com D. Inês. De facto, no imaginário inesiano, Cantanhede representa a reabilitação de Inês de Castro e a legitimação dos seus amores com D. Pedro. Foi em Cantanhede que, no ano de 1361, segundo o cronista Fernão Lopes (Crónica de D. Pedro I), D. Pedro fez a célebre “Declaração”. Aí, fez saber que, depois de ter enviuvado, tomou Inês de Castro como esposa num casamento secreto. De seguida, D. Pedro mandou trasladar o corpo de D. Inês do convento de Santa Clara de Coimbra para o de Alcobaça. Depois da sua morte, D. Pedro fez-se sepultar também lá, numa arca tumular de frente para a da sua amada, para que, no dia do juízo final, a primeira coisa que façam seja olharem-se novamente.

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