Este site utiliza cookies. De uma forma geral, os cookies são utilizados para melhorar a experiência de navegação no site e para melhorar a qualidade dos serviços que disponibilizamos através do mesmo.

Ao clicar “Aceito” está a autorizar a utilização dos nossos cookies. Poderá encontrar mais informação acerca do uso que fazemos de cookies na nossa Política de Cookies.

Quando D. Amélia pisou solo português pela primeira vez, fê-lo com o pé esquerdo. Pelo menos foi isso que, anos mais tarde, os jornais recordaram como sinal de mau presságio, quando se referiam à receção de D. Amélia na Estação Ferroviária da Pampilhosa. De facto, foi aqui que, no dia 19 de maio de 1886, D. Amélia desceu do comboio que a transportava de França com o destino ao seu casamento. A estação tinha sido construída há poucos anos, como resposta ao “nó ferroviário” da Pampilhosa que tinha convertido a localidade numa importante escala e/ou ponto de paragem para as linhas do Norte e da Beira.

Tentemos imaginar a Estação da Pampilhosa toda engalanada, com ramos de flores e grinaldas de rosas, com as bandeiras de Portugal e de França em lugar de destaque e o Batalhão de Caçadores 9 pronto para apresentar armas. A princesa foi a primeira a descer para o cais, envergando um vestido de moiré branco e azul com um chapéu azul decorado com uma pomba branca. D. Carlos, fardado, dirigiu-se a ela e beijou-lhe a face, ao som de vivas, palmas e do hino real. As apresentações na gare foram rápidas e os noivos, com suas comitivas, seguiram rapidamente para Lisboa. O casamento teve lugar no dia 22 na igreja de São Domingos, em Lisboa, seguindo depois o casal para o Palácio de Belém.


para saber mais: http://www.jf-pampilhosa.pt