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Depois da perda do marido e do filho mais velho nos trágicos acontecimentos do dia 1 de fevereiro de 1908, D. Amélia retirou-se para o Palácio da Pena, em Sintra. Agora era tempo do seu filho mais novo, D. Manuel II, ser rei. Os tempos não corriam de feição para o regime e, na eventualidade de cair a monarquia constitucional, o destino de D. Amélia e da sua família era, naturalmente, imprevisível. Curiosamente, a última cerimónia oficial da monarquia teve lugar aqui no Bussaco. Foi a 27 de setembro de 1910, a propósito das comemorações dos 100 anos da Batalha Anglo-Portuguesa contra as tropas Napoleónicas.

Para assinalar essa efeméride, D. Manuel II inaugurou o Museu Militar do Bussaco. O espaço pretende preservar e divulgar a memória daquela vitória das tropas anglo-lusas sobre os invasores franceses, no contexto da Guerra Peninsular. O Museu reúne o espólio da batalha, onde se destacam armas (inclusive uma peça de artilharia), uniformes e reproduções várias. Não muito longe daí, encontra-se o Monumento Comemorativo da Batalha do Bussaco. É um obelisco rematado por uma roseta de cristal, levantado sobre um pedestal. No Terreiro circundante é possível observar uma corrente suspensa sobre peças de artilharia da época das lutas contra os invasores, nomeadamente canhões de bronze. Aí se realizam, anualmente, as recriações históricas, a 27 de setembro.


para saber mais: www.cm-mealhada.pt