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Luísa de Gusmão, Mira e a Casa das Rainhas

D. Luísa de Gusmão nasceu em 1613, no seio de uma das famílias da alta nobreza espanhola, durante a União Ibérica. Casou-se, vinte anos depois, com D. João, duque de Bragança, um descendente direto de D. Manuel I e alguém que podia legitimamente reclamar o trono português. Apesar de ser espanhola, Luísa de Gusmão apoiou os direitos do seu marido à coroa portuguesa e terá tido uma ação decisiva para vencer as hesitações do seu cônjuge na hora da verdade. Assim, no contexto da revolução de 1640, D. João tornou-se rei de Portugal (com o título de D. João IV) e, consequentemente, Luísa de Gusmão tornou-se rainha consorte.

Em 1644, Luísa de Gusmão ordenou a  integração da vila de Mira e seu termo na Casa das Rainhas, designação dada ao conjunto de bens outorgados pelos monarcas portugueses às suas consortes, para garantirem o seu sustento. D. João IV morreu em 1656. Na linha da sucessão estava D. Afonso VI, que era ainda menor, pelo que D. Luísa de Gusmão assumiu a regência até 1662. Neste período conseguiram-se importantes vitórias militares frente a Espanha (caso da Batalha das Linhas de Elvas) e reforçaram-se os acordos com as potências estrangeiras, entre eles com a Inglaterra, através do casamento entre a sua filha – D. Catarina de Bragança – com o rei Carlos II de Inglaterra. D. Luísa de Gusmão acabaria por se retirar da vida pública, até falecer no ano de 1666.

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