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D. Teresa, o foral e as infantas

D. Teresa, filha de D. Sancho I e neta de D. Afonso Henriques, está intimamente ligada a Montemor-o-Velho. Ainda jovem, D. Teresa casou com o seu primo Afonso IX, rei de Leão, com quem teve 3 filhos. No entanto, o casamento foi considerado nulo por motivos de consanguinidade. Em 1211, D. Sancho I morreu, deixando-lhe em testamento o castelo de Montemor-o- Velho e o termo da vila. O testamento previa também terras e castelos para as suas irmãs D. Sancha e D. Mafalda. Isto provocou uma disputa contra o irmão delas, o rei D. Afonso II, que estava a empreender uma política centralizadora.

A nobreza dividiu-se sobre o assunto e chegou mesmo a formar-se um partido que se opunha ao rei. Entretanto, em 1212, logo no ano após a morte do pai, D. Teresa concedeu foral a Montemor-o-Velho. Juntamente com D. Sancha, D. Teresa empreendeu obras na zona do castelo, mais concretamente na Alcáçova Real, também conhecido como Palácio das Infantas. D. Teresa acabou por se recolher ao mosteiro de Lorvão. Na liderança da instituição, D. Teresa transformou-o numa casa feminina cisterciense de elevado prestígio. Morreria aí, a 18 de junho de 1250, com mais de 70 anos. Séculos mais tarde o seu lado piedoso foi reconhecido e D. Teresa foi beatificada pelo Papa Clemente XI, em 1705, juntamente com a sua irmã Sancha.

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