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D. Maria de Portugal, a “fermosíssima Maria”

D. Maria de Portugal ficou eternizada nos versos do poeta Luís de Camões como “fermosíssima Maria”. Nasceu provavelmente em 1313 e morreu em 1357, sendo filha de Afonso IV e Beatriz de Castela. D. Maria casou em 1328, ainda muito jovem, com o seu primo Afonso XI, pelo que se tornou rainha de Castela. Mas, a relação entre os dois foi infeliz, ao ponto de Afonso XI viver publicamente uma relação com Leonor de Guzmán. Mais tarde, em 1351, já depois da morte do seu marido, a “fermosíssima” Maria iria vingar-se desta humilhação, ordenando a morte de Leonor de Guzmán.

A sua ação mais célebre foi versejada em “Os Lusíadas”. Aí, o poeta descreveu a súplica que ela fez ao pai, no sentido de ajudar Castela, que se encontrava sob a ameaça de um poderoso exército muçulmano. Perante o seu pai, D. Maria refere que corria riscos de perder o marido e até o reino de a sorte das armas fosse desfavorável aos castelhanos e pede-lhe que o faça sem demoras: “Acude e corre, pai, que, se não corres, / Pode ser que não aches quem socorres”. Face a isto, Afonso IV acedeu e aliou-se ao rei de Castela e o resultado foi uma vitória histórica dos reinos cristãos na Batalha do Salado (1340). 

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