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Sarah Beirão, escritora, publicista, filantropa e ativista dos direitos das mulheres

Sarah de Vasconcelos Carvalho Beirão nasceu em Tábua em 1880, sendo filha do Dr. Francisco Beirão, médico da vila. Sarah Beirão foi uma figura de destaque no panorama político e cultural português, em especial durante as décadas de 1930 e 1940. Deixou uma obra literária significativa, quer para um público adulto, quer para um público mais jovem, com especial destaque para Serões da Beira, Amores no Campo, Os Fidalgos da Torre, Surpresa Bendita, Sozinha, Raul e Alvorada.

Em simultâneo com a carreira literária, Sarah Beirão desenvolveu uma participação cívica ativa que deixou marcas num grande número de periódicos nacionais (casos de O Primeiro de Janeiro e o Diário de Notícias), mas também locais e regionais (casos de O Tabuense e Beira Alta), com os quais colaborou. A escritora era especialmente sensível às questões da igualdade de direitos da mulher, tendo desempenhado um papel relevante no Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas – instituição que lutava pela defesa do sufrágio feminino e dos direitos políticos das mulheres.

Para além disso, Sarah Beirão preocupava-se com a situação dos mais desfavorecidos. Nesse particular, instituiu a Fundação Sarah Beirão/ António Costa Carvalho que ainda hoje funciona na casa onde nasceu (na Quinta dos Freixos), tendo atualmente as valências de lar, apoio domiciliário e centro de dia; bem como a Casa da Criança Sara Beirão e o Lar Sara Beirão, ambos em Travanca de Lagos, Oliveira do Hospital. 

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