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O Paul do Taipal situa-se na planície aluvial do Baixo Mondego, junto à vila de Montemor-o-Velho. Tradicionalmente ocupado pelo cultivo do arroz, em meados da década de 70 do século XX, a construção da atual Estrada Nacional nº 111 ditou o abandono da agricultura. As valas de drenagem foram interrompidas, alagando os terrenos e provocando o aparecimento de vegetação típica de zonas húmidas. Atualmente, constitui uma Zona de Proteção Especial para a Avifauna. Este espaço, juntamente com os pauis de Arzila e da Madriz, representa um dos últimos exemplos deste tipo de zona húmida na Região Centro. Divide-se na zona paludosa, propriamente dita, onde existe vegetação como caniços, bunho, amieiros, freixos, choupos, nenúfares, lentilhas-de-água e erva pinheirinha; numa zona envolvente, ocupada por culturas de árvores de regadio e sequeiro. Quanto à fauna, destacam-se nos peixes, o Barbo, o Góbio (endemismos ibéricos) e o Ruivaco (endemismo lusitano); nos anfíbios, os endemismos ibéricos Tritão-de-ventre-laranja e Rã-de focinho-ponteagudo; nas aves, a Águia-pesqueira, o Papa-ratos e o Maçarico-preto; nos mamíferos salienta-se a lontra. O Paul possui dois pontos de observação que abarcam toda a sua área e permanentemente disponíveis à utilização pelo público.
Pontos de observação:
Ponto 1: R. de São Nicolau
Ponto 2: Estrada Nacional n111